Quero fazer
quero criar
sei o que dizer
e não sei no que vai dar
O corpo vem e me diz:
agora não dá.
Palavra pegajosa ,suja e pessonhenta
e todo adjetivo ruim de tirar
seja do corpo, seja do outro
ela cola e se esparrama
e se persiste, engorda e cresce
Esse é o meu momento
de sentar e observar
E porque sentar
quando se pode deitar?
Até o fim do mês
dou voz a minha barba
que brilha sob a luz
embebida do óleo do tempo
Quero entender a correria
pra voltar por mesmo lugar
Mulher, me deixa
fico com a sabedoria popular
Minha preguiça promete sair
quando parares de reclamar
Um comentário:
Hehehe... bacana demais!
E aí amigo... poeta também é? e blogueiro... Beleza pura!
voltarei sempre por aqui!!! Vamos nos falando!
abração!
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